Teste Templates Kyria

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    Teste Templates Kyria

    Mensagem por Kyria de Aquário em Qua Jan 01, 2014 7:27 pm

    Acordes Negros

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    Honra e Glória ao Imperador Hades


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    Re: Teste Templates Kyria

    Mensagem por Kyria de Aquário em Qua Jan 01, 2014 11:18 pm

    Kyria de Aquário

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    O fogo purificador


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    Re: Teste Templates Kyria

    Mensagem por Kyria de Aquário em Qui Jan 02, 2014 9:52 am


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    Kyria de Aquário

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    Re: Teste Templates Kyria

    Mensagem por Kyria de Aquário em Qua Jan 15, 2014 11:10 pm


    post: 000 notes: here wearing: this with: who

    O Despertar da Esperança

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    Re: Teste Templates Kyria

    Mensagem por Kyria de Aquário em Sab Jan 18, 2014 7:18 pm





    Kyria de Aquário

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    Re: Teste Templates Kyria

    Mensagem por Kyria de Aquário em Sex Fev 07, 2014 8:09 pm




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    Mensagem por Kyria de Aquário em Sex Fev 07, 2014 8:41 pm






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    Re: Teste Templates Kyria

    Mensagem por Kyria de Aquário em Seg Mar 10, 2014 12:10 pm





    Lucibel de Escorpião






    Let it go, let it go
    Can't hold it back anymore
    Let it go, let it go
    Turn my back and slam the door

    The snow blows white on the mountain tonight
    Not a footprint to be seen
    A kingdom of isolation and it looks like I'm the queen
    The wind is howling
    Like the swirling storm inside
    Couldn't keep it in
    Heaven knows I try

    Don't let them in, don't let them see
    Be the good girl you always had to be
    Conceal, don't feel, don't let them know
    Well now they know

    Let it go, let it go
    Can't hold it back anymore
    Let it go, let it go
    Turn my back and slam the door
    And here I stand
    And here I'll stay
    Let it go, let it go
    The cold never bothered me anyway

    It's funny how some distance
    Makes everything seem small
    And the fears that once controlled me
    Can't get to me at all
    Up here in the cold thin air I finally can breathe
    I know I left a life behind
    But I'm too relieved to grieve

    Let it go, let it go
    Can't hold it back anymore
    Let it go, let it go
    Turn my back and slam the door
    And here I stand
    And here I'll stay
    Let it go, let it go
    The cold never bothered me anyway

    Standing frozen in the life I've chosen
    You won't find me, the past is so behind me
    Buried in the snow

    Let it go, let it go
    Can't hold it back anymore
    Let it go, let it go
    Turn my back and slam the door
    And here I stand
    And here I'll stay
    Let it go, let it go
    The cold never bothered me anyway

    Let it go
    And here I'll stay, let it go, let it go
    Let it go


    Thank's for @Lovatic, CG



    Última edição por Lucibel de Escorpião em Seg Mar 17, 2014 7:38 pm, editado 6 vez(es)


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    Re: Teste Templates Kyria

    Mensagem por Kyria de Aquário em Ter Mar 11, 2014 4:14 pm





    Lucibel de Escorpião

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    thanks for @lovatic, cupcake graphics



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    Re: Teste Templates Kyria

    Mensagem por Kyria de Aquário em Qua Abr 02, 2014 2:24 am


    Houve então uma guerra nos céus. Miguel e seus anjos lutaram contra o dragão, e o dragão e os seus anjos revidaram.
    Mas estes não foram suficientemente fortes, e assim perderam o seu lugar nos céus.
    O grande dragão foi lançado fora. Ele é a antiga serpente chamada Diabo ou Satanás, que engana o mundo todo. Ele e os seus anjos foram lançados a terra.
    Apocalipse 12:7-9


    As vozes que ecoavam da capela tinham um tom celestial, como se anjos tivessem descido dos céus e cantassem louvores a Deus. A iluminação provinha das velas que estavam acesas nos candelabros, algumas poucas pessoas estavam de joelhos rezando e pedindo a Deus por suas almas, ou simplesmente exaltando ao senhor. Mesmo a escuridão estando presente naquele lugar podia-se sentir o toque celestial que havia no templo, passos firmes e calmos ecoaram por toda a capela, pareciam mais altos que as vozes entoadas na capela. Era como se aquela presença maculasse a morada sagrada e cobrisse de escuridão todo o lugar.

    Era um homem alto, estava coberto por um manto negro e um capuz escondia sua face, o mesmo sentou-se em um banco próximo ao coro, seus dedos longos e finos tocaram o capuz e aos poucos a face daquele homem se revelava, era de uma beleza provinda dos anjos e profana ao mesmo tempo, algo tocado por deus, mas ao mesmo tempo maculado. Seus olhos negros se firmaram no coro e lembranças de um passado distante tomou conta de sua mente, algo que atingiu profundamente seu ser sendo capaz de fazer uma lágrima solitária surgir daqueles olhos negros como a noite. Sem perceber o homem cerrou os punhos enquanto se questionava o que havia feito de tão grave para não ser digno de perdão.

    Foi então que o mesmo sentiu uma mão quente repousar em seu ombro, assustou-se uma vez que seria impossível alguém se aproximar daquela forma sem ser percebido, mas o calor daquela mão era inesquecível, sentiu seu corpo estremecer apenas com a presença que estava ao seu lado. Uma voz serena se fez ouvir:

    ─ Posso sentar ao seu lado irmão? ─ perguntou de forma direta.

    O homem de manto negro então virou seu rosto na direção da voz, sua expressão continuava indiferente, mas podia sentir seu interior estremecer. Seus olhos fitavam a figura de cabelos castanhos e curtos, a barba estava por fazer, um belo manto branco cobria o corpo do homem que aos poucos se sentava ao seu lado. Os dois se olharam por um instante e foi como se todo o recinto houvesse ficado em silêncio, seus olhares pareciam dizer coisas que somente eles seriam capazes de entender. O homem de manto negro então quebrou o silêncio:

    ─ O que fazes aqui Miguel? ─ perguntou de forma seca e direta.

    Miguel por sua vez sorriu de forma simpática e seu olhar foi em direção ao coro que cantava de forma celestial.  Seus olhos reluziram ao contemplar tamanha beleza das vozes que ali se faziam escutar, o homem colocou as duas mãos sobre os joelhos e com o mesmo tom sereno de antes respondeu.

    ─ Ora Lucibel... Vim ver como você está. Ver como o meu irmão que a muito nos deixou está.

    Os olhos de Lucibel brilharam intensamente, mas não era alegria que se podia ver refletida naqueles olhos e sim uma ira descomunal, até mesmo o mais valente dos homens correria de pavor ao fintar aqueles olhos. Seus punhos cerraram uma vez mais enquanto se levantava e olhava Miguel diretamente em seus olhos:

    ─ Eu os deixei? Como assim eu os deixei? ─ Sua voz agora estava alterada a ponto de fazer o coro se calar ─ VOCÊS me expulsaram do meu lar! VOCÊS me condenaram e me culparam por crimes que eu não cometi! Como você ousa falar que eu os deixei?

    Miguel então fintou os rostos assustados das crianças do coro, de imediato o mesmo se levantou e aos poucos as pessoas deixavam o lugar assustadas. O semblante sereno de Miguel então já não era mais visto, seu sorriso havia se desfeito, seu olhar era de pura reprovação diante da atitude de seu irmão que estava visivelmente alterado:

    ─ CHEGA LUCIBEL! ─ disse Miguel incisivo. ─ Eu não quero brigar com você, tão pouco afronta-lo. Apenas quero saber como você está.

    ─ Estou bem! Estou muito bem sem vocês! ─ as palavras eram ríspidas e secas enquanto Lucibel dava as costas para Miguel e começava a caminhar.

    ─ Por que você sempre se vai? Por que foges das minhas palavras? ─ a voz de Miguel voltava ao tom sereno de antes.

    Lucibel então parou e permaneceu de costas para seu irmão, a cada segundo que permanecia na presença daquele ser sua angústia se tornava ainda maior, sua mente era invadida por lembranças que a todo custo desejava esquecer. Era inevitável, sua lembranças o abalavam de uma forma que nem ele mesmo poderia imaginar, a postura firme e esguia de outrora era deixada de lado e apenas aquela figura frágil e hesitante ficava no lugar. Um silêncio sepulcral tomava conta da capela às chamas das velas tremulavam com o vento gélido que entrava pelas portas ainda abertas.

    ─ Vocês se dizem tão puros e benevolentes, mas são incapazes de ver o que fizeram comigo... Jamais foram capazes de entender a minha dor... Não há nada para conversarmos Miguel. ─ a voz de Lucibel era hesitante e trêmula.

    ─ Nós fizemos a você Lucibel? Olhe para trás e veja seus atos, suas atitudes! Não podíamos deixar a sua loucura prosseguir! ─ Miguel o olhava com ternura.

    ─ Minha loucura? ─ respondeu Lucibel ofendido e indignado pelas palavras de Miguel.

    ─ Sim meu irmão! Lembre-se de tudo que você fez... As suas atitudes!

    Mesmo contra a sua vontade as lembranças de seu passado vieram a sua mente, a guerra travada entre os anjos e o sangue celestial derramado pelo Éden. Aos poucos suas mãos se abriam e Lucibel estava totalmente abalado, perdido em lembranças que ainda o feriam profundamente. Então se lembrou das vozes acusadoras de seus irmãos, cada palavra proferida pelo conselho, cada acusação, lembrou-se da voz de Gabriel proferindo aquela maldita sentença. Seus olhar antes hesitante agora transpareciam apenas a ira e revolta, ergueu sua cabeça e se virou para seu irmão:

    ─ Eu me lembro de cada palavra dita por vocês, cada acusação, cada sentença... Mas sabe do que mais eu me lembro Miguel? Da DOR que eu senti ao ter elas arrancadas de mim! ─ Lucibel leva uma de suas mãos às costas ─ As asas que meu PAI celestial havia me dado! Eu me lembro de vocês me expulsando e me jogando na terra para que eu vivesse entre os homens! É disso que eu me lembro Miguel!

    Miguel olhava Lucibel consternado, as palavras de Lucibel eram carregadas de ódio, o orgulho o cegava completamente. Por um instante sentiu que suas palavras seriam inúteis e que Lucibel jamais admitiria seus crimes e blasfêmias. Porém precisava tentar quem sabe não conseguiria fazer com que seu irmão desse o primeiro passo para a libertação de seus crimes.

    ─ Meu irmão não se cegue pelo seu orgulho! Tente enxergar seus atos, você se cegou pelo poder. Você atacou aquilo que devia proteger, tentou dominar os homens e os obrigou a nos seguir. Eles passaram a nos temer...

    Antes que Miguel terminasse Lucibel o interrompeu com um tom alto para que ecoasse por toda a capela:

    ─ Os homens precisam ser ensinados. Eles até hoje são incapazes de conduzir suas vidas. Olhe para fora Miguel! Eles se matam! Eles desprezam tudo aquilo de bom que o Pai deu a eles. Se eu tivesse tido mais tempo... Mas vocês estragaram tudo!

    ─ Tempo para que Lucibel? ─ indagou perplexo Miguel ─ Tempo para que todos aqueles humanos morressem e se juntassem as trevas? Graças a você eles passaram a nos temer, nos julgaram tiranos! A única forma foi nos unir para lhe deter e sangue sagrado foi derramado no Éden! Irmão contra irmão, você obrigou todo seu clero a lhe seguir e todos caíram em desgraça junto com você. ─ voz era tão forte que os vitrais da capela estremeceram.

    As palavras de Miguel atordoaram Lucibel por um momento, suas mãos tremiam e sentia tonto com tudo aquilo que ouvia, não sabia o que responder diante dos fatos expostos por Miguel, sua cabeça estava baixa e seu olhar se dirigia ao chão de mármore branco do lugar, sentia algo sufocar seu peito, queria sair dali e não mais fintar Miguel. Foi então que se deu conta que pensar daquela forma estaria admitindo que estava errado durante todos esses séculos, as mãos se fecharam novamente e seu olhar desafiou Miguel mais uma vez:

    ─ Então para caírem nas graças dos homens novamente vocês me tornaram um demônio? É isso Miguel? Vocês me tornaram aquilo que eu mais odeio e que eu mais combati até mesmo mais do que o próprio Gabriel e seu clero de falsos guerreiros? ─ Lucibel tinha fúria novamente em suas palavras.

    Miguel se viu surpreso com a indagação de seu irmão, jamais havia parado para pensar sobre isso, Lucibel havia se tornado para toda humanidade o pior dos demônios, aquele que havia traído o criador, logo ele que combateu as forças do inferno com afinco:

    ─ Não! Os humanos passaram a vê-lo assim pelos seus atos ─ sua voz parecia hesitante.

    ─ Esses macacos nem sabem a diferença de um demônio para um anjo caído! E vocês ainda assim os perdoa o tempo todo! Vocês se matam para protegê-los enquanto eles mesmos se matam.  E eu não fui digno de receber o perdão quando pedi clemência em meu julgamento!

    A cada palavra dita pelo primeiro caído Miguel sentia como se o chão fosse se abrir sob seus pés, olhava espantado o semblante de ódio e revolta de Lucibel, não sabia o que responder diante das indagações feitas pelo irmão. Suas mãos ficaram tremulas e o mesmo as fechava tentando esconder. Mas já era muito tarde e Lucibel já podia ler em sua face, a hesitação que sentia, o homem de olhos e cabelos negros como a noite caminhou lentamente até se aproximar de Miguel:

    ─ Mas eu não quero o perdão de vocês... Não mais. Vou apenas assistir a derrocada das forças do Éden e do Inferno. Vou ver vocês caírem no esquecimento da humanidade. ─ um sorriso cínico surgiu na face de Lucibel que agora se sentia triunfante ─ Eu me lembro Miguel, de uma profecia que existia entre nós Primus, de uma criança que nasceria da junção das trevas e da luz e que essa criança teria força para subjugar o Éden e o Inferno .  Eu pensava que seria um Nephalin entre um celestial e um demônio, mas eu descobri que é uma criança humana...

    Os olhos de Miguel se arregalavam com as palavras de Lucibel, sabia muito bem do que ele falava, era uma antiga profecia que ninguém mais dava ouvidos como tantas outras. Estava curioso, por que seu irmão se lembraria dessas palavras agora?

    ─ Não diga bobagem Lucibel! Isso são apenas histórias tão antigas quanto nós. ─ disse tentando mante a calma.

    ─ Ai que você se engana meu caro irmão. Essa criança nasceu...  Há pouco tempo aqui na Itália, uma linda menina de olhos negros. Filha de dois guerreiros que lutam em lados opostos de uma guerra entre deuses desconhecidos para nós.   A mãe uma guerreira da Deusa Atena e o pai um guerreiro das fileiras do Deus Grego do Submundo Hades. Engraçado não meu irmão? Luz e trevas gerando uma criança.

    Lucibel apenas virou as costas, não parou para contemplar o semblante de espanto de seu irmão celestial, calmante caminhava em direção à porta adentrando ainda mais a escuridão. Sentia-se mais calmo e poder ver o desespero nos olhos do celestial daquela forma o fez sentir ainda mais triunfante, antes de deixar o templo parou a porta e olhou Miguel por cima do ombro:

    ─ Sabe o que é mais engraçado? Ela recebeu meu nome... Lucibel. ─ disse de forma irônica. ─ Até qualquer dia... Arcanjo Miguel.

    Lucibel então sumiu nas trevas deixando o arcanjo sem reação alguma dentro da capela. Miguel jamais poderia imaginar que algo assim poderia acontecer e pela primeira vez o poderoso arcanjo sentiu medo pelo que poderia acontecer.  E o pior é que ele e nem seus irmãos poderiam fazer algo, restava apenas esperar.




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    Re: Teste Templates Kyria

    Mensagem por Kyria de Aquário em Qua Abr 02, 2014 2:44 am




    Lucibel de Escorpião
    -------------- Houve então uma guerra nos céus.--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


    Houve então uma guerra nos céus. Miguel e seus anjos lutaram contra o dragão, e o dragão e os seus anjos revidaram.
    Mas estes não foram suficientemente fortes, e assim perderam o seu lugar nos céus.
    O grande dragão foi lançado fora. Ele é a antiga serpente chamada Diabo ou Satanás, que engana o mundo todo. Ele e os seus anjos foram lançados a terra.
    Apocalipse 12:7-9


    As vozes que ecoavam da capela tinham um tom celestial, como se anjos tivessem descido dos céus e cantassem louvores a Deus. A iluminação provinha das velas que estavam acesas nos candelabros, algumas poucas pessoas estavam de joelhos rezando e pedindo a Deus por suas almas, ou simplesmente exaltando ao senhor. Mesmo a escuridão estando presente naquele lugar podia-se sentir o toque celestial que havia no templo, passos firmes e calmos ecoaram por toda a capela, pareciam mais altos que as vozes entoadas na capela. Era como se aquela presença maculasse a morada sagrada e cobrisse de escuridão todo o lugar.

    Era um homem alto, estava coberto por um manto negro e um capuz escondia sua face, o mesmo sentou-se em um banco próximo ao coro, seus dedos longos e finos tocaram o capuz e aos poucos a face daquele homem se revelava, era de uma beleza provinda dos anjos e profana ao mesmo tempo, algo tocado por deus, mas ao mesmo tempo maculado. Seus olhos negros se firmaram no coro e lembranças de um passado distante tomou conta de sua mente, algo que atingiu profundamente seu ser sendo capaz de fazer uma lágrima solitária surgir daqueles olhos negros como a noite. Sem perceber o homem cerrou os punhos enquanto se questionava o que havia feito de tão grave para não ser digno de perdão.

    Foi então que o mesmo sentiu uma mão quente repousar em seu ombro, assustou-se uma vez que seria impossível alguém se aproximar daquela forma sem ser percebido, mas o calor daquela mão era inesquecível, sentiu seu corpo estremecer apenas com a presença que estava ao seu lado. Uma voz serena se fez ouvir:

    ─ Posso sentar ao seu lado irmão? ─ perguntou de forma direta.

    O homem de manto negro então virou seu rosto na direção da voz, sua expressão continuava indiferente, mas podia sentir seu interior estremecer. Seus olhos fitavam a figura de cabelos castanhos e curtos, a barba estava por fazer, um belo manto branco cobria o corpo do homem que aos poucos se sentava ao seu lado. Os dois se olharam por um instante e foi como se todo o recinto houvesse ficado em silêncio, seus olhares pareciam dizer coisas que somente eles seriam capazes de entender. O homem de manto negro então quebrou o silêncio:

    ─ O que fazes aqui Miguel? ─ perguntou de forma seca e direta.

    Miguel por sua vez sorriu de forma simpática e seu olhar foi em direção ao coro que cantava de forma celestial.  Seus olhos reluziram ao contemplar tamanha beleza das vozes que ali se faziam escutar, o homem colocou as duas mãos sobre os joelhos e com o mesmo tom sereno de antes respondeu.

    ─ Ora Lucibel... Vim ver como você está. Ver como o meu irmão que a muito nos deixou está.

    Os olhos de Lucibel brilharam intensamente, mas não era alegria que se podia ver refletida naqueles olhos e sim uma ira descomunal, até mesmo o mais valente dos homens correria de pavor ao fintar aqueles olhos. Seus punhos cerraram uma vez mais enquanto se levantava e olhava Miguel diretamente em seus olhos:

    ─ Eu os deixei? Como assim eu os deixei? ─ Sua voz agora estava alterada a ponto de fazer o coro se calar ─ VOCÊS me expulsaram do meu lar! VOCÊS me condenaram e me culparam por crimes que eu não cometi! Como você ousa falar que eu os deixei?

    Miguel então fintou os rostos assustados das crianças do coro, de imediato o mesmo se levantou e aos poucos as pessoas deixavam o lugar assustadas. O semblante sereno de Miguel então já não era mais visto, seu sorriso havia se desfeito, seu olhar era de pura reprovação diante da atitude de seu irmão que estava visivelmente alterado:

    ─ CHEGA LUCIBEL! ─ disse Miguel incisivo. ─ Eu não quero brigar com você, tão pouco afronta-lo. Apenas quero saber como você está.

    ─ Estou bem! Estou muito bem sem vocês! ─ as palavras eram ríspidas e secas enquanto Lucibel dava as costas para Miguel e começava a caminhar.

    ─ Por que você sempre se vai? Por que foges das minhas palavras? ─ a voz de Miguel voltava ao tom sereno de antes.

    Lucibel então parou e permaneceu de costas para seu irmão, a cada segundo que permanecia na presença daquele ser sua angústia se tornava ainda maior, sua mente era invadida por lembranças que a todo custo desejava esquecer. Era inevitável, sua lembranças o abalavam de uma forma que nem ele mesmo poderia imaginar, a postura firme e esguia de outrora era deixada de lado e apenas aquela figura frágil e hesitante ficava no lugar. Um silêncio sepulcral tomava conta da capela às chamas das velas tremulavam com o vento gélido que entrava pelas portas ainda abertas.

    ─ Vocês se dizem tão puros e benevolentes, mas são incapazes de ver o que fizeram comigo... Jamais foram capazes de entender a minha dor... Não há nada para conversarmos Miguel. ─ a voz de Lucibel era hesitante e trêmula.

    ─ Nós fizemos a você Lucibel? Olhe para trás e veja seus atos, suas atitudes! Não podíamos deixar a sua loucura prosseguir! ─ Miguel o olhava com ternura.

    ─ Minha loucura? ─ respondeu Lucibel ofendido e indignado pelas palavras de Miguel.

    ─ Sim meu irmão! Lembre-se de tudo que você fez... As suas atitudes!

    Mesmo contra a sua vontade as lembranças de seu passado vieram a sua mente, a guerra travada entre os anjos e o sangue celestial derramado pelo Éden. Aos poucos suas mãos se abriam e Lucibel estava totalmente abalado, perdido em lembranças que ainda o feriam profundamente. Então se lembrou das vozes acusadoras de seus irmãos, cada palavra proferida pelo conselho, cada acusação, lembrou-se da voz de Gabriel proferindo aquela maldita sentença. Seus olhar antes hesitante agora transpareciam apenas a ira e revolta, ergueu sua cabeça e se virou para seu irmão:

    ─ Eu me lembro de cada palavra dita por vocês, cada acusação, cada sentença... Mas sabe do que mais eu me lembro Miguel? Da DOR que eu senti ao ter elas arrancadas de mim! ─ Lucibel leva uma de suas mãos às costas ─ As asas que meu PAI celestial havia me dado! Eu me lembro de vocês me expulsando e me jogando na terra para que eu vivesse entre os homens! É disso que eu me lembro Miguel!

    Miguel olhava Lucibel consternado, as palavras de Lucibel eram carregadas de ódio, o orgulho o cegava completamente. Por um instante sentiu que suas palavras seriam inúteis e que Lucibel jamais admitiria seus crimes e blasfêmias. Porém precisava tentar quem sabe não conseguiria fazer com que seu irmão desse o primeiro passo para a libertação de seus crimes.

    ─ Meu irmão não se cegue pelo seu orgulho! Tente enxergar seus atos, você se cegou pelo poder. Você atacou aquilo que devia proteger, tentou dominar os homens e os obrigou a nos seguir. Eles passaram a nos temer...

    Antes que Miguel terminasse Lucibel o interrompeu com um tom alto para que ecoasse por toda a capela:

    ─ Os homens precisam ser ensinados. Eles até hoje são incapazes de conduzir suas vidas. Olhe para fora Miguel! Eles se matam! Eles desprezam tudo aquilo de bom que o Pai deu a eles. Se eu tivesse tido mais tempo... Mas vocês estragaram tudo!

    ─ Tempo para que Lucibel? ─ indagou perplexo Miguel ─ Tempo para que todos aqueles humanos morressem e se juntassem as trevas? Graças a você eles passaram a nos temer, nos julgaram tiranos! A única forma foi nos unir para lhe deter e sangue sagrado foi derramado no Éden! Irmão contra irmão, você obrigou todo seu clero a lhe seguir e todos caíram em desgraça junto com você. ─ voz era tão forte que os vitrais da capela estremeceram.

    As palavras de Miguel atordoaram Lucibel por um momento, suas mãos tremiam e sentia tonto com tudo aquilo que ouvia, não sabia o que responder diante dos fatos expostos por Miguel, sua cabeça estava baixa e seu olhar se dirigia ao chão de mármore branco do lugar, sentia algo sufocar seu peito, queria sair dali e não mais fintar Miguel. Foi então que se deu conta que pensar daquela forma estaria admitindo que estava errado durante todos esses séculos, as mãos se fecharam novamente e seu olhar desafiou Miguel mais uma vez:

    ─ Então para caírem nas graças dos homens novamente vocês me tornaram um demônio? É isso Miguel? Vocês me tornaram aquilo que eu mais odeio e que eu mais combati até mesmo mais do que o próprio Gabriel e seu clero de falsos guerreiros? ─ Lucibel tinha fúria novamente em suas palavras.

    Miguel se viu surpreso com a indagação de seu irmão, jamais havia parado para pensar sobre isso, Lucibel havia se tornado para toda humanidade o pior dos demônios, aquele que havia traído o criador, logo ele que combateu as forças do inferno com afinco:

    ─ Não! Os humanos passaram a vê-lo assim pelos seus atos ─ sua voz parecia hesitante.

    ─ Esses macacos nem sabem a diferença de um demônio para um anjo caído! E vocês ainda assim os perdoa o tempo todo! Vocês se matam para protegê-los enquanto eles mesmos se matam.  E eu não fui digno de receber o perdão quando pedi clemência em meu julgamento!

    A cada palavra dita pelo primeiro caído Miguel sentia como se o chão fosse se abrir sob seus pés, olhava espantado o semblante de ódio e revolta de Lucibel, não sabia o que responder diante das indagações feitas pelo irmão. Suas mãos ficaram tremulas e o mesmo as fechava tentando esconder. Mas já era muito tarde e Lucibel já podia ler em sua face, a hesitação que sentia, o homem de olhos e cabelos negros como a noite caminhou lentamente até se aproximar de Miguel:

    ─ Mas eu não quero o perdão de vocês... Não mais. Vou apenas assistir a derrocada das forças do Éden e do Inferno. Vou ver vocês caírem no esquecimento da humanidade. ─ um sorriso cínico surgiu na face de Lucibel que agora se sentia triunfante ─ Eu me lembro Miguel, de uma profecia que existia entre nós Primus, de uma criança que nasceria da junção das trevas e da luz e que essa criança teria força para subjugar o Éden e o Inferno .  Eu pensava que seria um Nephalin entre um celestial e um demônio, mas eu descobri que é uma criança humana...

    Os olhos de Miguel se arregalavam com as palavras de Lucibel, sabia muito bem do que ele falava, era uma antiga profecia que ninguém mais dava ouvidos como tantas outras. Estava curioso, por que seu irmão se lembraria dessas palavras agora?

    ─ Não diga bobagem Lucibel! Isso são apenas histórias tão antigas quanto nós. ─ disse tentando mante a calma.

    ─ Ai que você se engana meu caro irmão. Essa criança nasceu...  Há pouco tempo aqui na Itália, uma linda menina de olhos negros. Filha de dois guerreiros que lutam em lados opostos de uma guerra entre deuses desconhecidos para nós.   A mãe uma guerreira da Deusa Atena e o pai um guerreiro das fileiras do Deus Grego do Submundo Hades. Engraçado não meu irmão? Luz e trevas gerando uma criança.

    Lucibel apenas virou as costas, não parou para contemplar o semblante de espanto de seu irmão celestial, calmante caminhava em direção à porta adentrando ainda mais a escuridão. Sentia-se mais calmo e poder ver o desespero nos olhos do celestial daquela forma o fez sentir ainda mais triunfante, antes de deixar o templo parou a porta e olhou Miguel por cima do ombro:

    ─ Sabe o que é mais engraçado? Ela recebeu meu nome... Lucibel. ─ disse de forma irônica. ─ Até qualquer dia... Arcanjo Miguel.

    Lucibel então sumiu nas trevas deixando o arcanjo sem reação alguma dentro da capela. Miguel jamais poderia imaginar que algo assim poderia acontecer e pela primeira vez o poderoso arcanjo sentiu medo pelo que poderia acontecer.  E o pior é que ele e nem seus irmãos poderiam fazer algo, restava apenas esperar.

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    Re: Teste Templates Kyria

    Mensagem por Kyria de Aquário em Seg Jul 28, 2014 1:02 pm


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    Re: Teste Templates Kyria

    Mensagem por Athena em Sab Nov 07, 2015 8:52 pm

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